Comunicação e PNL, pressupostos que você não pode ignorar

QUANDO UM NÃO QUER, DOIS NÃO BRIGAM

Não é este o ditado? Você está disposto a tomar a frente da situação em momentos de con ito nas relações interpessoais?

Veja neste guia algumas recomendações importantes que ajudarão você dirigir uma conversa para uma solução satisfatória.

1. ACEITE QUE SEU PONTO DE VISTA É UMA VISTA DE UM SÓ PONTO

Cada um entende uma situação pelo filtro do seu modelo de mundo, em especial pelos seus valores.

O custo de não arredar o pé de seu ponto de vista é eliminar fatos e que podem contribuir para entender o todo da questão.

2. ESCLAREÇA SUAS EXPECTATIVAS

Nós comparamos a situação atual com a expectativa que nós temos de uma situação desejada. Em matéria de relações interpessoais, não temos controle sobre o comportamento e pensamento do outro.

Por isso, podemos ter emoções negativas quando não conseguimos o que queremos. Esclareça suas expectativas ao invés de criar exigências a respeito do que o outro deve pensar, sentir e fazer.

3. COMUNICAÇÃO NÃO É O QUE VOCÊ FALA, MAS SIM O QUE O OUTRO ENTENDE DO QUE VOCÊ FALA

O significado da sua comunicação é a resposta que você recebe… Independente da sua intenção.

Quando a resposta que você está obtendo de seu interlocutor não está coerente com a mensagem que você está enviando, preste atenção ao “como” você está falando e faça ajustes em seu discurso.
Lembre-se: a resistência do seu interlocutor é um “comentário” sobre sua inflexibilidade como comunicador.

4. PROCURE COMPREENDER PRIMEIRO, PARA DEPOIS SER COMPREENDIDO.

Stephen R. Covey fala dessa postura no seu livro “Os Sete Hábitos de Pessoas Altamente Eficazes”. Se você tentar explicar seu ponto de vista primeiro, a outra pessoa pode se ocupar de tentar rebatê-lo ou debatê-lo, seja por meio de sua “conversa interna” ou mesmo tentando lhe interromper.

Experimente ser paciente, una suas forças e deixe a pessoa expor seu ponto de vista sem interromper. Você pode fazer perguntas para esclarecer, demonstrando interesse genuíno em entender melhor o que o outro está dizendo.

5. ENCONTRE PONTOS DE CONCORDÂNCIA.

Sempre é mais fácil focar nas diferenças quando se está começando a criar um conflito. Procure encontrar uma parte ou um
ponto de vista que ambos compartilhem, mesmo que sejam poucos ou pequenos.
Isso cria a sensação de um ponto em comum facilitando a empatia.

6. PROCURE COMPREENDER OS INTERESSES POR TRÁS DAS POSIÇÕES.

As pessoas tendem a falar das suas posições. O que, num conflito, são provavelmente antagônicas. Por trás das posições, pelo caminho dos valores, pode-se descobrir interesses não declarados.

Todos os comportamentos possuem um propósito positivo de equilibrar algo no mundo do outro. Isso não quer dizer que você precisa concordar, aprovar ou ratificar o comportamento do outro. Mas vai ajudar muito você reconhecer que ambas as partes tem interesses importantes.

7. MANTENHA A CONVERSA SOBRE UM ASSUNTO A CADA VEZ

Na hora de começar a discutir um assunto, na iminência de um conflito, é uma péssima ideia deixar um assunto puxar outro!

Um ponto conflituoso faz lembrar de outras vezes que algo semelhante foi discutido. Aí, a tentação de trazer a “bagagem” toda somente vai dificultar e agravar a condução da conversa.

8. LEMBRE QUE VOCÊ TEM UMA INTENÇÃO DE MAIS LONGO PRAZO PARA A RELAÇÃO

Momentos de cabeça quente são algo de curta duração. Foque sua intenção positiva para a relação em termos de longo prazo. Module a expressão de suas ideias, sem reprimir seus pontos de vista. Com respeito e inteligência emocional, você consegue ouvir o outro, expor seu ponto de vista e explorar avenidas para que ambas as partes possam criar caminhos de resolução.

Fonte: SBPNL www.sbpnl.com.br

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